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quarta-feira, 15 de abril de 2015

A Boa Higiene Bucal Previne Muitos Problemas

Confira dicas importantes para manter seu sorriso saldável


Entre os efeitos da má higiene bucal estão as cáries, a gengivite, a periodontite e a perda dos dentes. Felizmente, com os cuidados apropriados – como a limpeza correta e regular dos dentes – podemos prevenir a maioria desses problemas.

Se não limpamos bem nossos dentes todos os dias, corremos um grande risco de ter cárie. Seus sinais são aqueles furinhos visíveis nos dentes, dor ao mastigar e sensibilidade ou dor nos dentes.

Quando não retiramos regularmente os carboidratos da comida e da bebida que ingerimos, eles permanecem em contato com os dentes e servem de alimento para as bactérias responsáveis pela cárie. A placa começa a se formar sobre os dentes 20 minutos depois de comermos; portanto, quem gosta de beliscar toda hora precisa cuidar da limpeza dos dentes com mais freqüência, não apenas duas vezes por dia. Na verdade, essas bactérias estão praticamente sempre presentes na boca e a limpeza freqüente – além do baixo consumo de doces — acaba evitando a formação de cáries.

A boa limpeza dos dentes também evita que a cárie causada por bactérias progrida e se transforme em gengivite ou doença gengival.

A Rotina Recomendada de Higiene Bucal

Mantenha os dentes limpos e sem cáries seguindo uma rotina regular de escovação duas vezes por dia e uso diário do fio dental. Fora isso, vá ao dentista pelo menos uma vez por ano para fazer uma limpeza profissional e uma avaliação geral e assim detectar os problemas antes de eles se agravarem. Pode ser que o dentista recomende algum tipo especial de escova, fio dental ou antisséptico bucal para melhorar os resultados de sua rotina de higiene bucal diária.


A escolha da escova certa.

Que tipo de escova devo usar?
Não é fácil decidir qual o tipo de escova usar, já que o mercado oferece inúmeros tipos, formas e tamanhos. Contudo, lembre-se de que:
A maior parte dos dentistas concorda que as escovas macias são mais eficientes para remover a placa bacteriana e os resíduos de alimentos. De preferência, a escova deve também ter cabeça pequena para poder mais facilmente alcançar todas áreas da boca, como, por exemplo, os dentes posteriores.
Com relação ao tipo de cabo (por exemplo, flexível ou não), formato da cabeça da escova (retangular, cônica, etc.) e estilo de cerdas (com pontas planas, arredondadas, em diferentes níveis, etc.), escolha o que for mais confortável para você. O importante mesmo é usar uma escova que se ajuste bem à sua boca e alcance todos os dentes.

 Para muitas pessoas, especialmente aquelas que têm dificuldades para escovar ou destreza manual limitada, a escova elétrica é uma boa alternativa, porque limpa melhor os dentes.
Quando devo trocar minha escova dental?
Troque sua escova de dentes a cada três meses ou quando perceber que ela começa a ficar desgastada. Além disso, é muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.
 

Uso do Fio Dental

A higienização dentária somente se completa com o uso de fio dental, pois não é possível apenas através da escovação dentária, a remoção da placa bacteriana ou de resíduos alimentares das superfícies que se encontram entre os elementos dentários (superfícies interproximais).

Siga as seguintes orientações para que a utilização do fio dental seja mais eficiente:
• Proceda ao uso de fio dental pelo menos 1 vez ao dia, de preferência antes da última escovação do dia.
• Corte um pedaço de aproximadamente 40 cm de fio dental e segure com os dedos indicadores e polegares.
• Introduza o fio no espaço interproximal (entre os dentes) de maneira delicada. Quando o fio passar pelo contato entre os dentes, aproxime o fio da gengiva e faça um movimento de vai e vem contra a superfície dentária, nunca contra a gengiva. Repita esse procedimento no dente vizinho.
• Repita o procedimento acima em todos os dentes.
• Na maioria dos pacientes o uso de fio dental é suficiente. Em alguns casos é necessário o uso de outros dispositivos tais como escovas interproximais ou passadores de fio dental para que a higienização seja realizada.

Fonte: oralsin

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Hábitos que ajudam a ter uma saúde mais plena

A sua expectativa de vida cresce com cuidados muito simples

Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, se reunir com os amigos. Estes e outros hábitos nos ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa. Confira abaixo 12 medidas essenciais para aumentar a sua expectativa de vida e viver com mais qualidade. A ciência comprova. 
Comer melhor

O cuidado com o que vai no seu prato é um dos pontos centrais para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.
Durma bem
Repor as energias do dia com uma boa noite de sono é mais do que importante, é essencial! Um estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Dos 2.800 participantes da pesquisa, os 46% que relataram insatisfação com a saúde tinham também má qualidade de sono. Uma outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação à pessoas que não sofrem com o problema. Para os pesquisadores, o ideal são pelo menos 7 horas e meia de sono por dia.

Mexa-se

Os benefícios da atividade física para a saúde do organismo somam uma lista extensa. Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta andar. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. O cérebro também fica mais afiado. Um estudo norte-americano recente, publicado na revista Neuroscience, mostrou que durante os exercícios o corpo produz uma substância que estimula o nascimento de novos neurônios, o que melhora nossas atividades cognitivas, em especial a memória.
Levante-se da cadeira

Levante-se da cadeira. A Sociedade Americana de Câncer descobriu que não é apenas a falta de
atividade física que pode encurtar a vida, mas também a grande quantidade de tempo gasto sentado. Tudo porque quando ficamos frequentemente sentados e por muito tempo o nosso metabolismo se altera e influencia em fatores como colesterol alto e repouso da pressão arterial, que são indicadores da obesidade, problemas cardiovasculares e outras doenças crônicas. Por isso, nada de ver a vida passar da cadeira. "Para quem precisa trabalhar sentado, exercícios simples de alongamento vão trazer maior oxigenação e ajudar no reposicionamento do corpo para alcançar o equilíbrio postural", ensina o fisiologista do esporte Raul Santo de Oliveira.
Dê olho na balança

Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares vão te ajudar a manter o peso ideal. O sobrepeso e a obesidade, além de elevar os riscos de diabetes, derrame, hipertensão e apneia, estão por trás de 30% dos casos de câncer, de acordo com dados levantados pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC). Por isso, a regulação da dieta é fundamental. Além de melhorar a saúde e a autoestima, a perder peso também favorece a memória, segundo pesquisas feitas pelo Hospital das Clínicas, de São Paulo.
Controle os nervos

Apesar de não ser considerado doença, o estresse pode favorecer o aparecimento de doenças psico-fisiológicas e, por isso, precisa ser observado e controlado. "Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deteriorização física e psicológica da pessoa", mostra a psicóloga Sandra Leal Calais, da Unesp. O estresse também é fator de risco para os problemas do coração. Foi o que concluiu uma grande pesquisa feita em Campinas e São Paulo pela Secretaria do Estado da Saúde. Entre as mais de 100 mil pessoas analisadas, 46,8% sofriam algum tipo de estresse e tiveram seus níveis de problemas cardiovasculares aumentados.
Sorria para a vida

Nada melhor do que o humor para combater os percalços que aparecem. O bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos. Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham o risco de morte reduzido em até duas vezes. Para melhorar a sua atitude positiva diante da vida, aposte em uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins. A dica vem direto da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriu que praticar atividades ao ar livre, por mais curtas que sejam (10 minutos bastam!), melhoram significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e para a autoestima.
Fonte: MinhaVida

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Siga as dicas que combatem a insônia e ajudam a dormir melhor

Evitar álcool, escolher um bom colchão e associar a cama
ao sono são alguns dos segredos


Dormir é relaxante e ainda faz bem para a saúde. Tem coisa melhor? Tem sim, saber que ele ainda ajuda a viver mais. Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine provou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. A partir da análise de 2.800 pessoas, os resultados mostraram que cerca de 65% das pessoas relataram que sua qualidade de sono foi boa ou muito boa e o tempo médio diário de sono foi 7,5 horas, incluindo cochilos.

Porém, para algumas pessoas, uma boa noite de sono não é conquistada tão facilmente. A insônia pode ser decorrente de problemas de saúde. "O problema pode ser decorrente de transtorno ansioso, quadro depressivo, problemas neurológicos como a síndrome das pernas inquietas, apneia do sono ou mesmo um transtorno chamado de movimentos periódicos do sono, entre outros", enumera Stella Tavares, neurofisiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.


Mas, antes de pensar que o problema é de saúde, vale cogitar: será que você está tendo hábitos saudáveis antes de dormir? "Alguns costumes como uso excessivo de computadores, alimentação pesada antes de dormir e situações de tensão podem sim prejudicar o sono", lista Daniel Inoue, médico especialista em Medicina do Sono do Hospital Santa Cruz de São Paulo. Para resolver o problema nesses casos, listamos alguns cuidados que podem ajudar a melhorar a qualidade do seu sono. Mas se nada disso funcionar, vale então procurar um médico.


Escolha o melhor travesseiro
Ao pensar em um bom travesseiro, é importante sempre levar em conta a posição em que você
dorme. "Ao deitar-se de lado, é importante que ele seja mais alto, para que o pescoço fique alinhado com resto da coluna. Agora, se você deita de barriga para cima, o ideal é usar um travesseiro mais baixo, para que a cabeça não fique muito acima", considera o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Agora, se sua posição favorita é de bruços, o ideal é não usar travesseiro nenhum.

Porém, essas regras se invalidam caso você tenha algum problema específico de saúde. "No caso de doenças associadas como o refluxo gastroesofágico e também algumas cardiopatias, a recomendação por travesseiros mais altos é feita", recomenda Daniel Inoue, médico especialista em Medicina do Sono do Hospital Santa Cruz de São Paulo.

Quanto ao material, vale escolher o que você preferir. Alguns conservam suas características por mais tempo, como o de viscoelástico, por exemplo. Mesmo assim, sempre que você perceber que o travesseiro está ficando mais baixo, o ideal é comprar outro. "A troca deve ser feita quando apresentarem deformidades ou algum tipo de incômodo para a pessoa dormir", alerta Inoue.
Colchão também é importante
Tão essencial quanto o apoio para a cabeça é a base em que ficará o resto do corpo. Por isso mesmo o colchão é um item fundamental para um sono de qualidade. "É sempre importante pensar que a sua coluna deve estar alinhada ao se deitar", pondera o ortopedista Trevizani. "Do ponto de vista prático, existem os modelos ortopédicos, com maior resistência e densidade, que normalmente são feitos com molas e com espuma de viscosidade mais alta", finaliza.

A regra principal, no entanto, é que ele seja confortável e que ao acordar você não sinta dores no corpo. E se com o tempo você começar a acordar com desconfortos, talvez já seja hora de trocar.
O valor de uma boa cortina
Ter uma cortina de boa qualidade pode não parecer, mas é tão importante quanto o colchão e o travesseiro. Isso porque a iluminação está diretamente relacionada com o sono, já que tudo isso é regido pelo ciclo circadiano, que leva em conta, entre outros fatores, o dia e a noite. "Um dos hormônios ligado ao sono é a melatonina, e ela é melhor produzida quando estamos no escuro. A luminosidade alta interfere em sua liberação", ensina enumera Stella Tavares, neurofisiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

De acordo com a especialista, você pode até ter uma pequena luminosidade no quarto, até porque algumas pessoas não conseguem dormir sem ela. Mas quando a luz fica muito forte, o corpo sente como se não fosse o momento certo de adormecer. Além disso, a luz que entra de manhã pela janela favorece o despertar. Portanto, vale a pena ficar com as cortinas fechadas se você quer dormir um pouco mais.
Associe a cama ao sono
Usar a cama para outras atividades que não seja um belo cochilo podem piorar suas crises de insônia. "A cama deve ser restrita ao sono e as atividades sexuais", ressalta o médico do sono Inoue. Isso porque, quando seu cérebro entende que a cama é um local de dormir, fica mais fácil fazer com que o sono venha. Agora, se você costuma comer, usar o computador ou mesmo ler um livro na cama, a sonolência pode ser tornar mais difícil.
Cuidado com eletrônicos no quarto
Isso vale para o uso de objetos eletrônicos no quarto, que são muito estimulantes. "Assistir filmes de ação, navegar pela internet, utilizar redes sociais ou mesmo jogos online, podem aumentar o grau de excitação e isso pode ser prejudicial ao sono", considera Inoue. O ideal é que uma hora antes de dormir você se desconecte um pouco e relaxe. Para esse momento, vale diminuir a intensidade da luz, colocar uma música relaxante ou fazer uma leitura tranquila, nada que desperte muito a sua mente. 
Evite brigas no quarto
Não adianta limpar o ambiente apenas dos estímulos tecnológicos. Evitar brigas, estresse e discussões de problemas no quarto também é muito importante. "Em situações de tensão, encontramos aumento das catecolaminas, que são substâncias responsáveis pela excitação e responsáveis pelo aumento do nível de atenção", explica o médico do sono Inoue. Portanto, isso só vai dificultar que seu cérebro relaxe até o estado de subconsciência. 
Reduza a ansiedade
Quando a insônia bater por ansiedade, você pode usar algumas técnicas para reduzi-las. Experimente algo que você sabe que costuma relaxar vocês.Melhorar a respiração, fazendo exercícios de inspirar e expirar lentamente, também pode ser uma boa pedida, mas treine fazer isso acordado!
Bebidas que ajudam
O conselho da vovó de beber um chá pode muito bem estar certo. "Chás calmantes como
camomila, erva doce e cidreira contribuem para dormir melhor, pois ajudam no relaxamento", considera o médico do sono Daniel Inoue. O leite morno pode ser uma pedida também, por conter triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, mesmo que em quantidades pequenas. Uma boa dica para potencializar essas bebidas é incluir o mel. Alguns tipos desse doce, como o silvestre, o de flor de laranjeira e o assa-peixe tem propriedades calmantes e ajudam corpo e mente a relaxarem, de acordo com a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde.
Cuidado com o álcool
Mas uma bebida que você com certeza deve passar longe é o álcool. Apesar de ele também ser um relaxante, a qualidade do seu sono ao beber uma cerveja, vinho ou destilado não será das melhores. "Como ele relaxa a musculatura toda, inclusive do pescoço, ele deixa a via aérea aberta, o que favorece a apneia do sono, fazendo com que a pessoa durma de forma irregular ao longo da noite", explica Stella Tavares. Por isso que quando você bebe pode inclusive roncar mais!
Exercícios na hora certa
Além da luz, a temperatura corporal também ajuda a regular o sono: quando ela cai, ficamos mais sonolentos. Porém, quando fazemos atividades físicas, a tendência é que fiquemos mais quentes. "O ideal é não fazer exercícios à noite, pois isso acaba atrapalhando o sono", estatiza Stella. Mas, caso seja o único horário que você tem, o melhor é deixar para deitar-se até três horas depois. 
Fonte: minhavida

 

 


 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Tire suas dúvidas a respeito da Radioterapia

A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais,
empregando feixe de radiações ionizantes.



A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais, empregando feixe de radiações ionizantes. Uma dose pré-calculada de radiação é aplicada, em um determinado tempo, a um volume de tecido que engloba o tumor, buscando erradicar todas as células tumorais, com o menor dano possível às células normais circunvizinhas, à custa das quais se fará a regeneração da área irradiada.
As radiações ionizantes são eletromagnéticas ou corpusculares e carregam energia. Ao interagirem com os tecidos, dão origem a elétrons rápidos que ionizam o meio e criam efeitos químicos como a hidrólise da água e a ruptura das cadeias de ADN. A morte celular pode ocorrer então por variados mecanismos, desde a inativação de sistemas vitais para a célula até sua incapacidade de reprodução.


A resposta dos tecidos às radiações depende de diversos fatores, tais como a sensibilidade do tumor à radiação, sua localização e oxigenação, assim como a qualidade e a quantidade da radiação e o tempo total em que ela é administrada.

Para que o efeito biológico atinja maior número de células neoplásicas e a tolerância dos tecidos normais seja respeitada, a dose total de radiação a ser administrada é habitualmente fracionada em doses diárias iguais, quando se usa a terapia externa.


Radiossensibilidade e radiocurabilidade
A velocidade da regressão tumoral representa o grau de sensibilidade que o tumor apresenta às radiações. Depende fundamentalmente da sua origem celular, do seu grau de diferenciação, da oxigenação e da forma clínica de apresentação. A maioria dos tumores radiossensíveis são radiocuráveis. Entretanto, alguns se disseminam independentemente do controle local; outros apresentam sensibilidade tão próxima à dos tecidos normais, que esta impede a aplicação da dose de erradicação. A curabilidade local só é atingida quando a dose de radiação aplicada é letal para todas as células tumorais, mas não ultrapassa a tolerância dos tecidos normais.



Indicações da radioterapia
Como a radioterapia é um método de tratamento local e/ou regional, pode ser indicada de forma exclusiva ou associada aos outros métodos terapêuticos. Em combinação com a cirurgia, poderá ser pré-, per- ou pós-operatória. Também pode ser indicada antes, durante ou logo após a quimioterapia.

A radioterapia pode ser radical (ou curativa), quando se busca a cura total do tumor; remissiva, quando o objetivo é apenas a redução tumoral; profilática, quando se trata a doença em fase subclínica, isto é, não há volume tumoral presente, mas possíveis células neoplásicas dispersas; paliativa, quando se busca a remissão de sintomas tais como dor intensa, sangramento e compressão de órgãos; e ablativa, quando se administra a radiação para suprimir a função de um órgão, como, por exemplo, o ovário, para se obter a castração actínica.


Fontes de energia e suas aplicações

São várias as fontes de energia utilizadas na radioterapia. Há aparelhos que geram radiação a partir da energia elétrica, liberando raios X e elétrons, ou a partir de fontes de isótopo radioativo, como, por exemplo, pastilhas de cobalto, as quais geram raios gama. Esses aparelhos são usados como fontes externas, mantendo distâncias da pele que variam de 1 centímetro a 1 metro (teleterapia). Estas técnicas constituem a radioterapia clínica e se prestam para tratamento de lesões superficiais, semiprofundas ou profundas, dependendo da qualidade da radiação gerada pelo equipamento.


Os isótopos radioativos (cobalto, césio, irídio etc.) ou sais de rádio são utilizados sob a forma de tubos, agulhas, fios, sementes ou placas e geram radiações, habitualmente gama, de diferentes energias, dependendo do elemento radioativo empregado. São aplicados, na maior parte das vezes, de forma intersticial ou intracavitária, constituindo-se na radioterapia cirúrgica, também conhecida por braquiterapia.
No quadro abaixo estão relacionadas as diversas fontes usadas na radioterapia e os seus tipos de radiação gerada, energias e métodos de aplicação.


FonteTipo de radiaçãoEnergiaMétodo de aplicação
ContatoterapiaRaios X (superficial)10 - 60 kVTerapia superficial
RoentgenterapiaRaios X (ortovoltagem)100 - 300 kVTerapia semiprofunda
Unidade de cobaltoRaios gama1,25 MeVTeleterapia profunda
Acelerador linearRaios X de alta energia e elétrons*1,5 - 40 MeVTeleterapia profunda
Isótopos radioativosRaios gama e/ou betaVariável conforme o isótopo utilizadoBraquiterapia
* Os feixes de elétrons, na dependência de sua energia, podem ser utilizados também na terapia superficial

As unidades internacionalmente utilizadas para medir as quantidades de radiação são o röentgen e o gray. O röentgen (R) é a unidade que mede o número de ionizações desencadeadas no ar ambiental pela passagem de uma certa quantidade de radiação. Já o gray expressa a dose de radiação absorvida por qualquer material ou tecido humano. Um gray (Gy) corresponde a 100 centigrays (cGy).


Efeitos adversos da radioterapia
Normalmente, os efeitos das radiações são bem tolerados, desde que sejam respeitados os princípios de dose total de tratamento e a aplicação fracionada.

Os efeitos colaterais podem ser classificados em imediatos e tardios.
Os efeitos imediatos são observados nos tecidos que apresentam maior capacidade proliferativa, como as gônadas, a epiderme, as mucosas dos tratos digestivo, urinário e genital, e a medula óssea. Eles ocorrem somente se estes tecidos estiverem incluídos no campo de irradiação e podem ser potencializados pela administração simultânea de quimioterápicos. Manifestam-se clinicamente por anovulação ou azoospermia, epitelites, mucosites e mielodepressão (leucopenia e plaquetopenia) e devem ser tratados sintomaticamente, pois geralmente são bem tolerados e reversíveis.

Os efeitos tardios são raros e ocorrem quando as doses de tolerância dos tecidos normais são ultrapassadas. Os efeitos tardios manifestam-se por atrofias e fibroses. As alterações de caráter genético e o desenvolvimento de outros tumores malignos são raramente observados.
Todos os tecidos podem ser afetados, em graus variados, pelas radiações. Normalmente, os efeitos se relacionam com a dose total absorvida e com o fracionamento utilizado. A cirurgia e a quimioterapia podem contribuir para o agravamento destes efeitos.

Fonte: INCA

terça-feira, 31 de março de 2015

Dia da Saúde e Nutrição promove manhã de atividades

Nutrição, saúde e prazer


O Centro Regional Integrado de Oncologia (CRIO), em parceria com o Sesc-CE, irá realizar na manhã desta terça-feira (31) uma manhã de atividades com o tema: “Nutrição, saúde e prazer”. O evento será destinado aos pacientes e aberto à comunidade. Os trabalhos ocorrem no Auditório do CRIO, Rua Francisco Calaça, 1300, no Bairro Álvaro Weyne, em Fortaleza.

Na ocasião haverá teste de glicemia, aferição de pressão arterial, palestras sobre alimentos funcionais, antioxidantes, redução de gorduras, higiene dos alimentos no dia-a-dia e sorteios de brindes. O intuito da atividade é despertar nas pessoas o desejo por hábitos saudáveis, incluindo alimentação e atividade física e a prevenção de doenças por meio de uma alimentação balanceada.

Confira as fotos: facebook.com/centrodeoncologiacrio

segunda-feira, 30 de março de 2015

Seis vitaminas que ajudam a proteger contra problemas da pele

Fuja de acne, cravos, envelhecimento e rugas consumindo nutrientes
 
 
Mesmo alguns cuidados, como evitar sair de casa sem passar protetor solar e a utilização de cremes antienvelhecimento, podem não ser o suficiente para deixar a pele jovem e saudável. "A pele também precisa de nutrição, principalmente a de quem tem histórico de problemas dermatológicos, como acne, espinhas e cravos", explica a nutricionista Daniela Jobst, da Unifesp. Dentre todos os nutrientes, as vitaminas ganham destaque, já que o consumo de algumas delas deixam a pele mais saudável e protegida da ação do tempo.

Acne- Espinhas
As espinhas, ou acne, formam-se porque há um entupimento no poro que drena para a superfície da antioxidante e auxilia na restauração de lesões na pele", explica a nutricionista Daniela Jobst, da Unifesp. Esse nutriente também balanceia a produção de secreções das glândulas sebáceas, dificultando que os poros fiquem entupidos e inflamados.

A vitamina A pode ser encontrada com facilidade em alimentos consumidos no dia a dia, mas suas principais fontes são abacate, brócolis, cenoura, espinafre e outros legumes verdes.  
pele as gorduras produzidas pela glândula sebácea. Esse tampão pode inflamar o poro, deixando as lesões avermelhadas, pustulosas e com aparência desagradável." A vitamina A, também chamada de retinol ajuda na saúde da pele, pois tem ação

Rugas



"O leite é a maior fonte de vitamina B2 que encontramos na natureza e deve fazer parte da dieta de quem busca retardar o envelhecimento da pele. Laticínios, como queijo e iogurte, também são boas fontes de B2", diz Daniela Jobst. Mas as pessoas com alergia a lactose devem tomar cuidado com o consumo desses alimentos e devem procurar outras fontes da vitamina B2, como fígado e folhas verdes. 
"A vitamina B2, ou riboflavina, auxilia na saúde da pele, pois ajuda a aumentar a produção de energia. Sua ausência pode provocar lesões na pele e nos lábios, dermatite, entre outras inflamações. Ela também impede o cabelo e as unhas de ficarem secos e quebradiços", explica a especialista. Além disso, essa vitamina promove uma renovação celular mais acelerada, deixando a pele firme e saudável, o que combate rugas e marcas de expressão no rosto.
 
Cravos
 

 
Vitamina A
Vitamina B2
Vitamina B3
Vitamina B6
Vitamina C
Vitamina E
O que combate

acne

rugas

cravos

lesões

envelhecimento da pele

envelhecimento da pele
Por que ajuda
Balanceia a produção de secreções das glândulas sebáceas
Aumenta a produção de energia pelas células
Facilita a circulação sanguínea em todo o corpo
Tem ação cicatrizante e age no sistema imunológico do corpo
Que auxilia na formação do colágeno
Protege as células da ação dos radicais livres
Fontes
Abacate, brócolis, cenoura, espinafre
Laticínios como queijo e iogurte
Ovo e grãos
Batata, banana, peito de frango semente de girassol salmão, atum e abacate
Frutas cítricas, como laranja, limão, abacaxi e morango, além de vegetais como repolho, cebola e pimentão
Alface, agrião, espinafre e couve, óleos vegetais
 
Os cravos são formados pelo acúmulo de substâncias sebáceas nos poros da pele. Esse processo é mais comum quando o indivíduo tem má circulação, o que dificulta o transporte de nutrientes que possam dilatar os poros. A vitamina B3 é importante porque facilita a circulação sanguínea em todo o corpo, inclusive na pele, o que contribui para o metabolismo das gorduras, proteínas e carboidratos.
 

Envelhecimento

Famosa por ser usada na prevenção de gripe e resfriado, a vitamina C também traz benefícios às células da pele. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações

A vitamina C pode ser encontrada em frutas cítricas, como laranja, limão, abacaxi e morango, além de vegetais, como repolho, cebola e pimentão. Já verduras - como alface, agrião, espinafre e couve -, óleos vegetais, ovos, semente de girassol, soja, banana, carnes e oleaginosas são fontes de vitamina E. 
entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em mais de quatro mil mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele ressecada. Isso acontece porque a vitamina C é um antioxidante natural que auxilia na formação do colágeno, responsável pela elasticidade e firmeza da pele. Segundo a nutricionista Daniela Jobst, a vitamina E também tem a função de antioxidante e protege as células da ação dos radicais livres, o que retarda o envelhecimento da pele.
 
Irritações e lesões na pele
 
Na hora se barbear ou depilar com gilete, é comum que a pele fique irritada, e em alguns casos, até lesionada. A vitamina B6 tem ação cicatrizante e age no sistema imunológico do corpo, protegendo a pele com inflamações, e também acelerando o processo de cicatrização das feridas. "Essa vitamina pode ser encontrada em batata, banana, peito de frango, semente de girassol, salmão, atum e abacate", diz a nutricionista.
 
Fonte: minhavida.com.br

quinta-feira, 26 de março de 2015

10 dicas de nutrição para pacientes em tratamento do câncer

Não deixe a falta de apetite nem as náuseas atrapalharem a sua alimentação


Seja por meio de quimioterapia, radioterapia ou hormonioterapia, o tratamento do câncer pode provocar efeitos colaterais que interferem até na alimentação do paciente. "O tumor e o tratamento fazem o metabolismo da pessoa gastar mais energia e, ao mesmo tempo, perder o apetite, o que pode provocar desnutrição", contra o nutricionista Nivaldo Pinho, chefe do Serviço de Nutrição do Hospital do Câncer I do Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

Junto a essa dificuldade, o tratamento pode causar náuseas, diarreia, falta de salivação, alteração no paladar e dificuldade de mastigar e digerir os nutrientes. A fim de amenizar esses efeitos, os cuidados na escolha dos alimentos e na forma de realizar as refeições devem ser redobrados. Anote o que especialistas em nutrição oncológica recomendam para garantir todos os nutrientes necessários e ter um corpo mais preparado para vencer essa doença. 


Realce o paladar
Uma das primeiras mudanças que o paciente em tratamento do câncer nota é a modificação do paladar. O nutricionista Vitor Rosa, do Instituto de Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), conta que a quimioterapia e a radioterapia, quando realizada na região de cabeça e pescoço, destroem as células das glândulas salivares e papilas gustativas, o que diminui a salivação e a percepção do gosto dos alimentos. 

Especialistas também acreditam que o próprio tumor pode aumentar a produção de moléculas chamadas interleucinas, que estão presentes em processos inflamatórios. "Elas provocam alterações no sistema nervoso central, o que deixa um gosto metálico na boca", explica o nutricionista Nivaldo Pinho. 

Para deixar o paladar mais aguçado, procure enxaguar a boca com água ou chá de camomila antes das refeições. "Se não existirem feridas na boca, balas azedas ou ácidas e alimentos ácidos também realçam o paladar, assim como manjericão, orégano, hortelã e outros temperos naturais", aconselha Vitor Rosa. Já para aliviar o gosto metálico, substitua os talheres de metal por aqueles de plástico.

Procure um nutricionista

O acompanhamento do tratamento por um nutricionista pode até mesmo evitar complicações no processo. "Como é alto o risco de desnutrição do paciente com câncer, um nutricionista pode ser de extrema importância, já que o indivíduo desnutrido tem mais chances de enfrentar dificuldades durante o tratamento", defende Nivaldo Pinho. Esse profissional também ajudará a amenizar o ganho de peso que costuma ocorrer na hormonioterapia - tratamento que leva ao aumento do apetite, ao contrário dos outros.

Considere a suplementação

Como a doença eleva o consumo de energia pelo corpo, a alimentação precisa ser mais reforçada e o uso de suplementos (desde que recomendados por um médico ou nutricionista) pode fazer a diferença. "Costumamos indicar suplementação quando há desnutrição ou algum risco nutricional", diz o nutricionista Nivaldo Pinho. A desnutrição acontece quando o paciente está perdendo muito peso. Já os riscos nutricionais englobam uma perda de peso muito rápida (por exemplo, perder 10% do peso em 30 dias), uma ingestão inadequada (comer menos de 70% do que precisa durante muitos dias) ou casos de tumores localizados na cavidade oral e na região abdominal. 

"Se você come menos do que precisa durante muito tempo, o organismo desenvolve um processo de compensação, ou seja, reduz o gasto energético e diminui o apetite?, explica o profissional. É nesses casos que a suplementação pode ser útil para tentar fazer com que o corpo volte à situação normal e o apetite melhore. 

Fracione bem as refeições

A recomendação de comer pouco várias vezes ao dia é muito importante para pacientes com
câncer. "Fracionar as refeições e comer devagar, mastigando bem os alimentos, ajuda tanto a diminuir as náuseas quanto melhorar o apetite", garante Vitor Rosa. O nutricionista também aconselha que alimentos muito quentes sejam evitados, já que eles aumentam a sensação de náusea.

Peça para que alguém cozinhe para você

Muitos pacientes em tratamento - em especial aqueles que sofrem com tumores na região da cabeça e pescoço - ficam com o estômago embrulhando só de sentir o cheiro de comida. "A quimioterapia e radioterapia deixam o olfato mais realçado, o que aumenta as chances de náuseas diante do cheiro da comida", explica o nutricionista Vitor Rosa. Por isso, uma boa saída pode ser pedir para que alguém cozinhe para esse paciente.  

Atenção redobrada à higiene oral

Uma boca limpinha pode até mesmo melhorar a náusea. Segundo Nivaldo Pinho, a quimioterapia e a radioterapia reduzem a capacidade de regeneração das células das mucosas e deixam a cavidade oral e o trato gastrointestinal com muitas células mortas ou envelhecidas. "Isso provoca perda da percepção do gosto dos alimentos e aumenta a sensação de náusea", afirma. 

Além disso, a higiene bucal ajuda a evitar o aumento de bactérias na boca, que fica menos protegida devido à diminuição da salivação provocada pelo tratamento. "A saliva tem função bactericida sobre determinados grupos de micro-organismos", justifica Nivaldo Pinho, que recomenda escovar bem os dentes e fazer bochechos com substâncias bactericidas. 

Varie o cardápio

Com a falta de apetite e os demais sintomas, um grande desafio para quem está tratando o câncer é readquirir o prazer de comer. Segundo o nutricionista Nivaldo Pinho, o tumor aumenta a produção de citocinas, que avisam ao cérebro que precisamos comer menos. "Para combater o tumor, o organismo também aumenta a produção de citocinas, diminuindo ainda mais o apetite", acrescenta. O segredo é variar bastante o cardápio, com opções que o paciente goste, para que a alimentação não fique enjoativa e ele tenha prazer em comer. 

Inclua fibras solúveis na alimentação

A diarreia durante o tratamento pode acontecer por diversas causas - intoxicação medicamentosa, desnutrição, morte das células do intestino, infecção intestinal e até falta de uma proteína chamada albumina no sangue. O nutricionista Nivaldo Pinho recomenda comer fibras solúveis, presentes em frutas como maçã, pêra, banana maçã e goiaba sem casca, já que elas estimulam a produção de células intestinais e melhoram a imunidade do intestino.  

Hidrate-se bem

Outra medida muito importante para vencer a diarreia é a hidratação. "O paciente deve tomar chás, sucos coados sem açúcar e bastante água", aconselha Vitor Rosa, que também pede que seus pacientes evitem alimentos gordurosos, leite e derivados, fibras insolúveis (presentes em grãos integrais, cascas, sementes e cereais) e outros alimentos que possam soltar o intestino.

Evite alimentos crus

Dependendo do estado imunológico do paciente, alimentos crus podem ser perigosos, já que costumam apresentar alta concentração de bactérias. O médico ou o nutricionista poderá ajudar nessa determinação. "Podemos recomendar desde evitar comer a casca das frutas ou, em fases mais avançadas, procurar ingerir somente frutas cozidas", exemplifica o nutricionista do INCA. 
Fonte: minhavida.com.br